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Edson Gomes Braga

HDS Paciente 5

Minha luta contra o câncer

Em 2004, surgiram-me dores na coluna lombar e na região glútea. Como seria natural, procurei um ortopedista e depois muitos outros. O penúltimo declarou que a cura somente seria alcançada por meio de cirurgia da coluna lombar e instalação de um calço. Tal foi seu poder de convicção que aquiesci, marcando a cirurgia para 15 dias depois.

Tendo o médico sido descredenciado e pedido um preço muito alto, resolvi procurar outro ortopedista, Dr. Eduardo, que me prescreveu uma ultrassonografia da região. Feito o exame, o ortopedista me encaminhou para um oncologista que, após avaliação, diagnosticou o mal como câncer da região glútea.

Procurei, então, a Dra. Clarissa Baldotto, que fez nova biópsia e, afastadas as dúvidas, iniciou o tratamento, com a aplicação de seis sessões de quimioterapia, no COI.

Emagreci, então, 15 quilos, e as pessoas que me visitavam, inclusive parentes de minha terra natal, Ubá, MG, sugeriam que eu me conformasse porque a morte era apenas o passamento de uma vida para outra.

Aposentei-me, então, da Faculdade Gama Filho, onde lecionava há 38 anos; desliguei-me do escritório de advocacia, onde trabalhava há mais de meio século, e, mergulhado no tratamento dirigido pela Dra. Clarissa, segui a vida.

Recebi dezenas de visitas, algumas inconvenientes, que contavam histórias de pessoas com câncer que faleceram, mas outras que me davam esperança de sobrevida.

O tempo passou, recuperei o peso, voltei para o escritório e, anos mais tarde, a Dra. Clarissa me considerou curado daquele câncer.

Em 2010, todavia, surgiu-me um câncer de próstata, que, para tristeza minha, foi confirmado pela biópsia.

Nova luta! Depois de consultar diversos especialistas acerca dos vários processos de tratamento, pendiam os médicos para a radioterapia, mas os riscos de um raio alcançar a bexiga ou outra região eram grandes. Participei de uma junta de quatro médicos, que procuraram, de todas as formas, me convencer a submeter-me ao tratamento radioterápico, mas resisti, porque conhecia casos com consequências desastrosas.

Novamente, a Dra. Clarissa – minha salvadora! – indicou um tratamento medicamentoso que deu ótimos resultados. Passaram-se cinco anos desde que o novo tratamento foi iniciado e, do alto dos meus 86 anos, estou bem, dirigindo meu carro, advogando, inclusive ministrando orientação a antigos alunos, hoje advogados.

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