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Protetor solar e deficiência de vitamina D

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A vitamina D é uma vitamina sintetizada essencialmente na pele exposta à radiação solar (radiação UVB). A vitamina D exerce efeitos benéficos no organismo, como manter os ossos saudáveis, diminuir o risco de fraturas e o risco de quedas em idosos, entre outros.

A exposição incidental (não intencional) de 5% da superfície corporal à radiação solar 2 a 3 vezes por semana, por cinco minutos, no horário de maior pico de radiação (ao meio-dia) é suficiente para satisfazer a dose diária de vitamina D em jovens e adultos. Nos horários de menor intensidade de radiação, exposições de 20 minutos parecem ser suficientes para sintetizar a vitamina D na pele. Embora, ocasionalmente, possam ocorrer baixos níveis de vitamina D em indivíduos que frequentemente utilizam de forma correta o protetor solar, não se recomenda aumentar a exposição solar para suprir a carência de vitamina D.

Aumentar a exposição solar além do recomendado, sem proteção, não aumenta os níveis de vitamina D e acaba elevando o risco de envelhecimento da pele, câncer de pele e danos aos olhos (pterígio e catarata). Ao contrário da exposição solar excessiva e sem proteção, a suplementação de vitamina D pela alimentação ou sob a forma de suplementos, quando indicada, não aumenta o risco de câncer de pele.

Por: Ronaldo Silva – Oncologista clínico e sanitarista do Americas Oncologia.

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