CENTRAL DE ATENDIMENTO
Conheça as unidades

7415

Catia Regina Ribeiro Morgado

COI_HistSuperaçao_formato1

DESCOBERTA
Em maio de 2011, aos 39 anos, ao colocar o sutiã, senti meu seio duro. Achei estranho, mas não fiquei preocupada, já que sempre tive displasia mamária, e não conhecia casos de câncer na família. Marquei uma consulta para o mês de julho. Quando a doutora apalpou e passou a solicitação de exames, eu desconfiei. Fiz a biópsia, e o resultado foi o seguinte: carcinoma ductualinfiltrante. Levei um susto. Logo em seguida, liguei para o meu obstetra, Dr. Wagner Barroso. Conversamos, e ele me sugeriu que procurasse a COI.

FAMÍLIA
Quem mais me deu força foi meu filho, então com 9 anos. Conversava comigo e rezava para eu ficar boa. Meu marido ficou muito tenso, mas, como eu sempre fui dura na queda, ele se acalmou, foi companheiro de quimioterapias e internações. Sempre com bastante carinho. Minha mãe me deu suporte quando a QT me arrasava e, no pós-cirúrgico, rezava bastante. Minha irmã me acompanhou em consultas e nas duas internações que tive. Meu cunhado também me acompanhou em consultas e exames. Minha comadre Ana Paula deu atenção especial ao meu filho.

AMIGOS
Recebi muita força de amigos. De início, recebi uma grande ajuda dos colegas de trabalho. Depois foram visitas, conversas, ligações e internet. Abria o computador para ler as mensagens e colocava ali quase um diário de tudo o que acontecia comigo. Era uma vibração muito boa.

A COI
Só tenho elogios a fazer. Um lugar onde confiei plenamente desde o começo do meu tratamento. Organização, seriedade e leveza.

MÉDICOS
Minha oncologista, Dra. Miriam Chueke, e meu mastologista, Dr. Dilon Pinheiro, me transmitiram bastante calma e serenidade. Pessoas maravilhosas.

Fui acompanhada pela psicóloga Laura Campos; com ela aprendi a falar com meu filho sobre câncer; foi ótimo, amava os dias em que a encontrava. Tive também o acompanhamento da nutricionista Mônica Benarroz, excelente profissional.

A SUPERAÇÃO
Fiz apenas um pedido a Deus: QUERO VIVER E CRIAR MEU FILHO. Foi por ele que criei forças. Não suportava a ideia de vê-lo triste. Não me permiti cair nem desanimar, nem mesmo nas horas difíceis. Duas amigas em controle, Adriana Lopes e Ana Mileto, foram exemplos para mim. Levei o tratamento confiante, passeando, viajando, brincando. Foi um sucesso!

Hoje só tenho a agradecer: a Deus, à COI, à minha família, aos meus amigos e à VIDA!

Compartilhe: