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Edelma Soares Coutinho

Foto da Edelma Soares Coutinho que contou sua Historia de Superação

História

Eu tinha diversos projetos a ser concluídos e realizados naquele início de 2011 – terminar o curso, aposentar-me, realizar viagens havia muito programadas e esperadas por mim –, quando, em abril, levantou-se a suspeita de que algo não estava bem comigo, e, em maio, recebi o diagnóstico: estava com um câncer de pulmão avançado.

– Ah não!!! Deve ser um engano!!! Eu?!

Edelma, 54 anos, fumante inveterada com “essa” doença??!! Imagine, não sinto nada, só uma tossezinha.

– Não acredito! Impossível! É óbvio que os exames estão errados!

Mas não estavam.

Então, me revoltei, chorei, xinguei, odiei o mundo inteiro! E um medo angustiante foi tomando conta de mim, e uma pergunta se fazia presente: – E agora, quando eu vou morrer?

E comecei a querer ficar triste, e… fiquei, mas não sou “chegada” a tristezas, nunca fui, é da minha “natureza”! Então eu decidi: vou lutar, vou resistir, vou perseguir o que eu quero: a cura, o viver!

Ao meu lado, a minha irmã me apoiando, amparando, “brigando”, assim como o grupo seleto de amigos que tenho, seres humanos tão imperfeitos como nós, mas que nós amamos, e eles nos amam!

Levantei, sacudi a poeira e… vamos começar o tratamento!

“Quimioprá lá”, “quimioprá cá”, e tome “quimio”!

O cabelo caiu, a sobrancelha, e, mesmo sabendo que ocorreria, que SUSTO!

Mas aí vieram as piadinhas, as brincadeiras, as risadas…

Coloca-se peruca, lenço, chapéu, não importa; com o tempo, tira-se de letra.

O tratamento foi dando bons resultados, o médico Dr. Mauro Zukin e sua equipe foram ganhando a minha/nossa confiança, o meu/nosso apreço, a minha/nossa admiração, e eles retribuindo com carinho, atenção!

E isso é muito bom!!!

Então, para mim o importante era não deixar o “baque” do diagnóstico me derrubar e, sim, devolver esse “soco” com toda a intensidade de minha alma e da decisão em ficar curada.

Acreditar, ACREDITAR, sim, como sempre acreditei na força da FÉ.

FÉ na VIDA, na alegria e na beleza que é viver!

Edelma, hoje com 56 anos, aposentada, ainda em tratamento e reagindo muito bem! Concluindo e realizando projetos. Sem tristezas, aproveitando a vida!

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