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Março/Abril de 2015 * Ano II * Nº 8

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2º Encontro Internacional do Instituto COI será em abril
Equipe COI é líder nos transplantes de medula óssea no setor privado do Rio
Exames a partir de 50 anos ajudam na detecção precoce do câncer colorretal
OMS alerta para importância da segurança alimentar
Histórias de Superação – “ O que me fez superar foi o amor, me senti muito amada”


2º Encontro Internacional do Instituto COI será em abril

Pelo segundo ano seguido, o Instituto COI promoverá um encontro internacional com especialistas renomados mundialmente no tratamento de câncer. O objetivo é investir na educação e no treinamento dos profissionais que atuam na prevenção e tratamento do câncer e ao mesmo tempo consolidar a parceria com o MD Anderson, uma das maiores Instituições dedicadas à educação, pesquisa e assistência na área de oncologia.

Voltado para profissionais de saúde, o 2º Encontro Internacional do Instituto COI será realizado nos dias 15 e 16 de abril com o tema “Cuidado Integral ao paciente com câncer na era da Medicina Personalizada”.

Durante o simpósio serão apresentadas as principais novidades nas áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento em câncer de mama, próstata, gastrointestinal e pulmão.

A decisão de incluir Medicina Personalizada como tema central se deve à necessidade de melhor customizar os tratamentos oferecidos. Aliando os conhecimentos em biologia molecular é possível identificar alvos mais precisos para tratamentos específicos.

É o futuro da medicina, segundo a opinião do Presidente do Americas Oncologia – Dr. Nelson Teich.

O MD Anderson é líder mundial nas pesquisas e no tratamento do câncer. Ao longo dos últimos dois anos temos feito um grande investimento na parceria com o Centro.

Cerca de 15 profissionais do Americas Oncologia já estiveram em visitas e treinamentos com o intuito de troca de experiências, capacitação e fomento a pesquisas na Instituição.

Com uma linha de cuidado que atende da prevenção até ao cuidado paliativo, o grupo americano tem muito a acrescentar.

Nossa filosofia é semelhante e não há dúvida que traremos grandes benefícios para o cuidado aos nossos pacientes, principal objetivo de todo esse processo, atesta Nelson.

Já estão confirmadas as presenças de 20 profissionais do MD Anderson que cobrirão os principais HOT TOPICS em oncologia.

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Equipe COI é líder nos transplantes de medula óssea no setor privado do Rio

Dr. Ricardo Bigni, responsável pelo serviço de Hematologia do Americas Oncologia

Com o maior banco de potenciais doadores de medula óssea do mundo – o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) tem 3,5 milhões de pessoas inscritas -, o Brasil é referência nos transplantes de medula.

Já no Estado do Rio de Janeiro, a equipe do Americas Oncologia é líder entre os transplantes feitos no setor privado. Dos quase 400 transplantes realizados, desde 2008, no Hospital de Clínicas de Niterói, principal instituição do Estado, cerca de 60% foram comandados pela equipe COI, segundo o coordenador do grupo, o médico hematologista Ricardo Bigni.

– O número de transplantes de medula feitos pela equipe COI é muito significativo quando se trata do setor privado. A maior parte dos transplantes se dá pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas nossa equipe, formada por oito médicos com habilitação e experiência em transplante, se destaca – explica Bigni, Responsável pelo Serviço de Hematologia do Americas Oncologia.

Os transplantes de medula ganharam força na iniciativa privada a partir de 2008, quando a Agência Nacional de Saúde (ANS), incluiu o procedimento na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde, o que facilitou o acesso de muitos pacientes que necessitavam do procedimento.

Além de equipe médica especializada, é necessária estrutura hospitalarcom área destinada ao Transplante. Quartos especiais com filtragem do ar para eliminação de bactérias é apenas um exemplo do cuidado requerido. Não menos importante é a capacitação de enfermagem e demais profissionais da área de saúde que estão envolvidos no processo.

O transplante de medula óssea é um procedimento de alta complexidade. O paciente é submetido a um intensivo tratamento de quimioterapia, que acaba não apenas com a doença, mas também destrói a medula, que é uma espécie de fábrica do sangue no organismo. O sistema imunológico fica comprometido e assim há mais risco de complicações, como infecções.

Por esse motivo, o paciente transplantado permanece internado por um período que varia, em geral, entre 20 e 35 dias, tempo médio necessário para a recuperação do sistema imune.

Quem pode doar a medula?
Pessoas entre 18 e 55 anos, em bom estado de saúde.

Como doar?
O Hemorio e o INCA cadastramos doadores voluntários no Rio. Informações pelo telefone 21 3207-1580. É feito um exame para identificar as características genéticas do sangue, que é incluído no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Se houver paciente compatível, o doador será consultado para confirmar o desejo da doação.

Como é o transplante para o doador?
A doação é feita em centro cirúrgico, com anestesia e internação por pelo menos 24
horas. Nos primeiros dias, pode haver desconforto localizado, amenizado com analgésicos. Os riscos são os ligados a qualquer procedimento com anestesia. É preciso retirar 15% da quantidade de medula óssea do doador, que em poucas semanas se recupera inteiramente.

Exames a partir de 50 anos ajudam na detecção precoce do câncer colorretal

Com milhares de casos novos todos os anos, os tumores malignos do colorretal apresentam maior chance curativa se forem diagnosticados precocemente.

A partir dos 50 anos, homens e mulheres devem procurar um proctologista e se submeter a uma colonoscopia.

Junto com o exame de sangue oculto nas fezes, a colonoscopia é recomendada como exame de screening.

Na opinião do oncologista Alexandre Palladino, o exame é muito importante, pois permite avaliar toda a extensão do intestino grosso. Se houver presença de pólipos, os mesmos serão retirados durante o procedimento e encaminhados para biópsia.

O tempo médio que um pólipo evolui para um tumor maligno é de 10 anos e a incidência da doença aumentar a partir dos 60 anos.

Quem tem histórico da doença na família deve fazer o exame dez anos antes da idade que o parente tinha ao receber o diagnóstico.

Março é o mês de conscientização do câncer colorretal.

No Brasil, dados do INCA estimam em torno de 32 mil novos casos em 2014. Além dos cuidados com o diagnóstico precoce devem ser adotadas atitudes que ajudem na prevenção.

Manutenção do peso ideal ao longo da vida, atividade física cinco vezes por semana por 30 minutos, consumo limitado de bebida alcoólica (1 dose diária ) e dieta saudável com limitações de carne vermelha e alimentos processados, bem como consumo de 5 porções diárias de frutas e legumes, são as principais recomendações reforçadas recentemente no ASCO GI, congresso americano que reúne anualmente os principais especialistas da área.

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OMS alerta para importância da segurança alimentar

Cerca de dois milhões de pessoas morrem por ano, em todo o mundo, de doenças ligadas a alimentos não seguros. Diante da importância da segurança alimentar nos dias de hoje, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu este tema para a campanha do Dia Mundial da Saúde de 2015, que é celebrado no dia 7 de abril. “Do campo ao prato: tornando o alimento seguro” é o lema da ação.

Os alimentos seguros são aqueles que não causam danos à saúde. Já aqueles não seguros são os que contêm bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas, que podem ser responsáveis por mais de 200 doenças, de diarreia a câncer.

Apenas para citar dois exemplos, a nutricionista do Americas Oncologia Monica Benarroz destaca que há evidências de que o fungo aflatoxina, conhecido como fungo do amendoim, e a bactéria H.pylori, encontrada em hortaliças cruas, estão ligadas ao desenvolvimento de câncer.

– A segurança alimentar é um tema muito importante, que engloba desde a produção até o momento de o alimento chegar ao consumidor final, passando pela água e solo sem contaminação. Vai muito além de uma alimentação balanceada e livre de microrganismos – afirma Monica Benarroz.

Cinco atitudes principais devem ser adotadas para garantir um alimento mais seguro. A primeira delas, segundo a OMS, é manter os alimentos limpos. A segunda preocupação deve ser a de separar os alimentos crus daqueles já cozidos. O terceiro cuidado é para que se cozinhe bem os alimentos. A manutenção dos alimentos em uma temperatura segura é a quarta ação. Por fim, é preciso usar água e matérias-primas livres de contaminação no preparo dos alimentos.

Segundo a nutricionista, para fazer a higiene adequada de frutas e hortaliças cruas é preciso primeiro lavá-las em água corrente. Vegetais folhosos devem ser lavados
folha por folha, enquanto para frutas e legumes esse processo deve ser feito  um por um. Em seguida, os alimentos devem ficar por dez minutos de molho em água clorada (para cada litro de água filtrada acrescenta-se uma colher de sopa de água sanitária). Após esse período, os alimentos devem ser enxaguados e secar naturalmente. Recomenda-se ainda lavar tampas de latas, garrafas ou potes antes de serem abertos.

Monica Benarroz ressalta que os cuidados com a segurança alimentar devem ser ainda maiores entre as pessoas que se submetem a tratamentos como quimioterapia e radioterapia, que reduzem a imunidade.

“ O que me fez superar foi o amor, me senti muito amada”

Leanir Ferrarez Damasceno

Foi o amor de parentes e amigos e o bom atendimento da equipe do Americas Oncologia que garantiram a força necessária para que Leanir Ferrarez Damasceno vencesse as fases mais difíceis do câncer. Febres altas, perda de peso e dos cabelos, enjoo e fraqueza foram alguns dos sintomas que essa moradora da Barra da Tijuca enfrentou.

– A doença não é nada fácil. O que me fez superar foi o amor, me senti muito amada. Tive um apoio muito grande da minha família, do meu filho Leandro, do meu neto Lucas, dos meus irmãos Leonam e Lecir, e dos amigos da Igreja Mananciais. Além disso, o bom atendimento do Americas Oncologia foi muito importante, desde a recepção até a equipe médica e de enfermagem – conta Leanir, de 63 anos.

O linfoma de Hodgkin (câncer com origem nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático) não aparecia nos exames e só foi descoberto após uma cirurgia: estava no mediastino (região central do tórax), entre os pulmões e o coração. Além do tumor maligno, outros 18 nódulos foram retirados dos pulmões.

O diagnóstico do câncer foi recebido no dia de seu aniversário, dias após a cirurgia, feita em agosto de 2013. Leanir conta que o início foi de medo por causa de tantas novidades, mas aos poucos se adaptou à nova realidade. Foram seis meses de quimioterapia, entre outubro de 2013 e abril de 2014. Passou a ter o acompanhamento de psicóloga e de nutricionista do Americas Oncologia, como parte do conceito de tratamento multidisciplinar, que reúne especialidades médicas além da oncologia.

Leanir recebeu alta em abril de 2014, após receber o resultado do segundo exame de PET-SCAN (exame que detecta a presença de tumor). Desde então vai ao consultório do Dr. Luiz Guilherme Branco uma vez por mês para fazer acompanhamento e a limpeza do cateter, que ainda usa para a eventual necessidade de medicamentos.

– Ainda estou com o cateter, que deve ser retirado este ano, mas hoje levo uma vida normal. Já posso tomar sol, recuperei dez dos 25 quilos que perdi, o cabelo já cresceu e o gosto horrível na boca passou. É preciso acreditar e ter fé em Deus de que as coisas melhoram – afirma Leanir, fazendo um balanço do que passou com o câncer.

Participação em Congressos e Eventos – Médicos Americas Oncologia 
 Janeiro e Fevereiro

Oncologista Clínico – Dr. Fernando Meton
ASCO GI
15 a 17 jan | San Francisco – Califórnia

Advisory Board da Lilly no ASCOGI
15 a 17 de jan | San Francisco – Califórnia

Aula para a Pierre-Fabre na volta do ASCO GI.
20 jan | Itaipava

Expediente

Unidades:
Barra da Tijuca MD.X Barra Medical Center
Botafogo I Torre do Rio Sul
Botafogo II Rua da Passagem, 29
Niterói – Icaraí
Nova Iguaçu Ed. Vitality | Centro
Central de Atendimento: (21)3385-2000

Boas Novas
Informativo do Americas Oncologia publicação interna bimestral

Coordenação Editorial
Oncologia Clínica
Dr.ª Monica Schaum
Gerência de Marketing
Viviane Serretti Barbosa

Projeto Gráfico e Diagramação
Tutti Design

Jornalista Responsável
Lucianne Carneiro (Mtb 23212)

Tiragem: 3.000

Contato/Sugestões
marketing@americasoncologia.com.br

 

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