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Julho/Agosto de 2014 * Ano I * Nº 4

boas novas

 

 

Índice

Parcerias que se multiplicam em beneficio do paciente – Dr. Nelson Teich
Saúde Para todos
Dia do Psicólogo
Dia do Nutricionista
Dor que não te quero – Entrevista com o Dr. Paulo Renato Barreiros
Descobri que estava com câncer e grávida – Ana Kelly Silva
Participação em Congressos e Eventos – Médicos Americas Oncologia

Parcerias que se multiplicam em benefício do paciente
Dr. Nelson Teich

Cerca de 400 profissionais de saúde participaram do I Encontro Internacional do Americas Oncologia que se realizou em maio desde ano. Entre os convidados estrangeiros, 11 especialistas vieram do MD Anderson Cancer Center, do Texas, Estados Unidos – considerado um dos mais renomados centros de câncer em todo o mundo. Só para se ter uma ideia, num ranking sobre os melhores hospitais dos últimos 10 anos, incluindo o ano de 2013, o MD Anderson foi considerado o número um em nove desses anos.
De acordo com o presidente do Americas Oncologia, Dr. Nelson Teich, “esse encontro marca o início de uma parceria que visa estruturar no Brasil a operacionalização de um centro que investirá na filosofia do cuidado centrado no paciente de forma multidisciplinar e integral”, e avalia de forma permanente o real benefício levado aos pacientes, permitindo assim a criação de uma cultura de melhora contínua do cuidado e dos resultados clínicos.

Esse processo começou há cerca de dois anos e meio e envolverá, investimentos em áreas como a de imagem, aprimorando técnicas para maior precisão nos exames e laudos. Além disso, Teich destaca investimentos que serão realizados no campo da patologia oncológica e, no futuro, num centro para cuidados paliativos e num hospital dedicado exclusivamente aos pacientes oncológicos.

No Rio de Janeiro, o Americas Oncologia detém a exclusividade nessa parceria com o centro norte-americano. Essa associação se consolida, pois as duas instituições assemelham-se em sua missão de dedicar-se ao paciente, baseando-se na cultura centrada nele. Para Teich, o diferencial nesse cuidado focado no doente oncológico está num atendimento global durante todo o ciclo de tratamento e em uma cultura que combina assistência, educação e pesquisa.

Em sua palestra durante o evento, o Presidente do Americas Oncologia ressaltou, além da importância com o cuidado individualizado, a possibilidade de se interferir nos desfechos clínicos de cada paciente. Ele contou que o grupo é o único centro da América Latina a participar, junto a um seleto grupo de oito países, de um Consórcio Internacional para Medir os Desfechos Clínicos (em inglês, International Consortium for Health Outcomes Measurement – ICHOM). O ICHOM foi criado há pouco mais de dois anos através da reunião de entidades respeitadas mundialmente como a Harvard Business School, Boston Consulting Group e a Universidade Karolinska. Novato nesse seleto grupo, a participação do COI visa avaliar e discutir os diversos indicadores na área de oncologia e compará-los com os desfechos clínicos de cada paciente com outras instituições que são referências mundiais.

Para ele, o sistema brasileiro é muito fragmentado e nenhum centro mapeia regularmente o que acontece com os pacientes e isso interfere diretamente no resultado clínico individual.

Entre os temas de destaque do I Encontro, organizado pelo COI, Teich aponta o trabalho da Dra. Elizabeth Mittendorf, do MD Anderson Cancer com vacinas para câncer de mama. Na área de urologia, as novas técnicas de radioterapia para câncer de próstata e o uso da robótica em cirurgias minimamente invasivas: as experiências dos Estados Unidos e do Brasil. Além de palestras sobre novas estratégias cirúrgicas para tumores de cabeça e pescoço.

Pelo sucesso do evento os dois centros deverão realizar em 2015 o II Encontro Internacional.

 Saúde para todos

O Dia Nacional da Saúde é comemorado no dia 05 de agosto, data em que, em 1872, nasceu Oswaldo Gonçalves Cruz. Filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Taborda de Bulhões Cruz, o sanitarista brasileiro nasceu em São Luís de Paraitinga, no interior de São Paulo.

Para os dias atuais, é notável saber que Oswaldo Cruz ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro aos 15 anos de idade. Antes mesmo de concluir o curso, publicou dois artigos sobre microbiologia na revista Brasil Médico. Em 1896, conseguiu realizar um antigo sonho: partiu para Paris e foi estudar Bacteriologia no Instituto Pasteur. Ao voltar da Europa, engajou-se na luta contra a peste bubônica, que naqueles tempos assolava o Porto de Santos.

Em 1903, o médico foi nomeado Diretor-Geral de Saúde Pública, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro da Saúde. Durante o tempo em que ocupou este cargo (1903-1907), Cruz combateu rigorosamente a febre amarela, a peste bubônica, e a varíola.
Em novembro de 1904, estourou na capital, Rio de Janeiro, a Revolta da Vacina – um levante popular contrário a uma medida do governo, que estabelecia a obrigatoriedade de se imunizar a todos contra a varíola. Apesar do governo ter derrotado os revoltosos, foi revogada a obrigatoriedade da vacinação.

Quatro anos depois, uma violenta epidemia de varíola mudou o cenário e percepção pública sobre a importância da imunização, levando a população em massa aos postos de vacinação. O Brasil reconhecia então o valor de seu sanitarista. Em 1913, Oswaldo Cruz, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Quatro anos depois, sofrendo de insuficiência renal, morreu com apenas 44 anos de idade.

Dia do Psicólogo

O Americas Oncologia homenageia no dia 27 de agosto os psicólogos que tanto apoiam pacientes e familiares para superar dúvidas, angústias e outras dificuldades durante o tratamento contra o câncer.
Foi nesta data, em 1964, que o país regulamentou a profissão, através da Lei 4.119/64.

A palavra psicologia vem do grego: phyche (alma ou mente) + logos (estudo ou conhecimento). Ao longo da história, os filósofos foram considerados os primeiros psicólogos, pois já faziam especulações sobre a natureza da alma e do corpo, evidenciando que mesmo no passado distante o homem buscava respostas para suas angústias e questões existenciais. Apesar de muitos filósofos e pensadores terem se ocupado da mente humana em seus estudos, foi apenas no século XVI que apareceu pela primeira vez o termo psicologia, quando o croata Marco Marulik publicou o livro intitulado “A psicologia do pensamento humano”. O conceito de psicologia, como conhecemos hoje, só surgiu no século XIX, através dos pensamentos e ideias de Wilhelm Wundt que, em 1879, criou o primeiro laboratório de psicologia, em Leipzig, na Alemanha.

Saiba mais sobre Psico-Oncologia

É um campo do saber específico da oncologia que reúne o conhecimento teórico e técnico sobre o câncer; o entendimento deste universo através de informações relacionadas ao tratamento e seus efeitos colaterais, sequelas e, acima de tudo, sobre o cuidado com o paciente, seus familiares e cuidadores. O papel do Psico-Oncologista consiste em desmistificar algumas dúvidas e diminuir o sofrimento dos pacientes. No COI, a Psico-Oncologia é composta por três psicólogas especializadas em Oncologia. A prioridade é o suporte ao paciente e se estende ao familiar, eventualmente, são avaliadas as demandas familiares. Qualquer paciente, em qualquer fase do tratamento, pode ser atendido.

Dia do Nutricionista

Saúde e alimentação são duas questões que estão intimamente relacionadas e o nutricionista é o profissional mais indicado para pensar em como devemos nos alimentar.

São eles que podem fazer toda a diferença quando nos ajudam na escolha dos alimentos e nas mudanças de comportamento alimentar, em especial para aqueles que têm uma necessidade particular, como os pacientes em tratamento oncológico, gestantes, atletas e pessoas com diferentes problemas de saúde.

No dia 31 de agosto, comemora-se o Dia do Nutricionista.

Uma breve história – A Nutrição se desenvolveu como uma ciência a partir do início do século XX, quando se aprofundaram os estudos sobre o alimento, sua produção, composição, conservação, seus valores nutricionais e seu uso terapêutico.

No Brasil, os primeiros cursos universitários em Nutrição surgiram no final dos anos 30 e na década de 40 do século passado. A regulamentação da profissão só foi conquistada em 1991, através da Lei n° 8234 e, posteriormente com a Resolução n° 380/2005, do Conselho Federal de Nutricionistas. Hoje, além de ter uma profissão reconhecida, o nutricionista é valorizado em diversas áreas de atuação como em alimentação coletiva, nutrição clínica, saúde coletiva, docência, indústria de alimentos, nutrição esportiva, marketing de alimentos, entre outras.

Dor que não te quero

Você sabe quando uma dor aguda passa a ser considerada crônica? E quantos de nós, brasileiros, convivemos diariamente com dor? É possível estar em tratamento contra o câncer e não sentir dor? Estas e outras perguntas foram respondidas pelo Dr. Paulo Renato Barreiros da Fonseca, Coordenador da Clínica de Dor Oncológica do Americas Oncologia, para o Jornal Boas Novas.

COI: Em junho, se realizou o I Simpósio de Dor Oncológica do Rio de Janeiro. Como organizador do evento, qual foi o resultado?
PR: Foi um sucesso com mais de 90 participantes entre médicos e estudantes de medicina.

COI: Durante o evento, foi criado algum tipo de rede para estudar a dor oncológica?
PR: Não conheço nenhum grupo específico de estudo de dor oncológica, mas desejamos construir um grupo de dor no Americas Oncologia para oferecer uma melhor qualidade de vida aos nossos pacientes.

COI: Durante o evento, foram temas de palestras o cimento ósseo e a radiofrequência, poderia explicar quais são as novidades desses tratamentos?
PR: O cimento ósseo é muito usado em metástases ósseas com e sem fraturas patológicas.

A radiofrequência se utiliza para analgesia de áreas dolorosas específicas do corpo, sendo muito segura e eficaz. Pode ser usada de forma intratumoral, em nervos e metástases ósseas.

COI: Quais as novidades que o senhor ressaltaria no tratamento da dor oncológica?
PR: Uma novidade é o lançamento da “lidocaína transdérmica” para tratamento da dor neuropática regional e novos fármacos na medicina nuclear para tratamento da dor nas metástases ósseas.

COI: É possível, mesmo quando se está em tratamento paliativo, não sentir dor?
PR: Existe SEMPRE tratamento para dor e alívio em TODAS as fases da doença.

COI: O paciente pode ter um papel no controle de sua dor?
PR: O paciente é certamente o principal ator no contexto de dor crônica. Ninguém sente a sua dor, as avaliações são sempre baseadas nas informações prestadas e de referências comportamentais dadas pela família. Acredito que aderir ao tratamento é o mais importante e o médico, especialista em dor ou não, pode ajudar muito.

COI: Existe diferença entre dor do câncer e outra?
PR: Existem características da dor oncológica: 70% dos pacientes sofrem com dores fortes nas fases avançadas da doença. Esta dor precisa ser tratada para permitir que continue o tratamento.

Normalmente, os pacientes têm vários efeitos durante o tratamento e estes não podem agravar os sintomas e sim aliviar.

Vale esclarecer que cerca de 35% dos pacientes de câncer têm dor crônica mesmo após o final do tratamento!

COI: Quando uma dor aguda passa a ser considerada dor crônica?
PR: Arbitramos que, após três meses de dor, a mesma se torna crônica, não tendo mais uma função protetora e, por isso, a consideramos como doença.

COI: Da população brasileira e mundial, quantos sofrem de dor crônica?
PR: Existem trabalhos realizados no Brasil que refletem uma realidade mundial. Segundo esses trabalhos, cerca de 40% da população sofrem de pelo menos uma dor crônica. As dores de cabeça e na coluna lombar são consideradas as mais prevalentes no mundo.

COI: O senhor poderia nos explicar o conceito de dor como 50 sinal vital?
PR: Os quatro sinais vitais são: pressão arterial, pulso, temperatura e frequência respiratória. A dor, dessa forma, não é um sinal vital. Apesar disso, a enfermagem deve “checar” sempre a dor que o paciente descreve. E diante de cada quadro, tomar atitudes como oferecer analgésicos ou chamar um médico. Esses critérios são de acordo com cada instituição de saúde.

Descobri que estava com câncer e grávida

Ana Kelly Silva

Há um ano e quatro meses, Ana Kelly Silva, então com 26 anos, descobriu que estava com câncer de mama, do tipo carcinoma ductal de grau 3. Como todo paciente com câncer, Ana Kelly relembra o choque ao receber a notícia: “Fiquei sem chão ainda mais por ter descoberto também que estava grávida”, conta.

Enquanto vários médicos e profissionais de saúde lhe deram poucas certezas e muitas dúvidas, o Dr. Luiz Guilherme Pinheiro Branco, oncologista clínico do Americas Oncologia, lhe mostrou que era possível lutar por sua vida e a do bebê que esperava.

“Ele lutou ao meu lado, alimentou as minhas esperanças e, quando muitos se viraram e me deram um não, o Dr. Luiz Guilherme, me disse sim e, juntos conseguimos vencer o câncer, trazer ao mundo o Bernardo cheio de saúde, que é o mais importante, e reconstituir a minha saúde também para poder cuidar dele.”

Ana Kelly fez quimioterapia durante um ano. Interrompeu o tratamento para ter o Bernardo. Apenas 20 dias após o nascimento do seu segundo filho, fez uma cirurgia. Passaram-se alguns meses, voltou para mais 12 sessões de quimioterapia e a batalha não parou por aí: um mês após a última quimioterapia, ainda fez 25 sessões de radioterapia. Ela conta que não pode amamentar o Bernardo e nem podia dar colo a ele por muito tempo, enquanto estava em tratamento, mas superou esses momentos difíceis.

E neste último mês, tomou uma decisão: comemorar o fim do tratamento. “Resolvi viajar para visitar os parentes na Paraíba. É sempre bom arejar a cabeça e esta viagem está sendo maravilhosa. Está me fazendo muito bem…”, disse em entrevista ao Jornal Boas Novas enquanto curtia, na Paraíba, a família e o Bernardo.

Ela lembra que tiveram vários momentos marcantes durante esses últimos tempos, mas ressalta que ver o filho pela primeira vez foi muito emocionante. O mais difícil era conviver com a dúvida sobre, se toda aquela luta chegaria ao fim, com êxito.

“Eu não tinha garantia se tudo daria certo; se o meu filho iria nascer bem, saudável e até mesmo se iria sobreviver. E ver ele totalmente saudável, lindo, isso foi maravilhoso…”

Ana Kelly relata que sua vida mudou muito. “Hoje, passeio mais. Distribuo sorrisos e me sinto bem mais feliz, entusiasmada e de bem com a vida! Aprendi que temos que dar mais valor à família e aos amigos.
Que somos tão pequenos, mas temos um grande poder de mudar as coisas quando queremos. Aos que estão começando essa batalha, digo que tenham fé e nunca desanimem. Sorriam, tentem aproveitar a vida ao máximo. Fé e bom humor são remédios fundamentais”.

E ela ainda complementa com um recado para as famílias dos pacientes: “somos parentes antes de sermos um paciente, e o amor é fundamental nessas horas”.

 

Participação em Congressos e Eventos – Médicos Americas Oncologia
Maio e Junho

Hematologista Dr.ª Juliane Musacchio
HEMORIO
maio/2014 | Hemorio Centro – RJ

ONCOMEETING
05 de junho de 2014 | São José do Rio Preto

CONGRESSO EUROPEU DE HEMATOLOGIA (EHA)
12 a 15 de junho de 2014 | Milão

GROUPE FRANCOPHONE DES MYELOYSPLAISIES
Data: 16 a 18 de junho de 2014 | Hospital Saint Louis – Paris

Oncologista Dr. Fernando Meton
P2P
09 de maio | Cuiabá
XVII DESTAQUES ASCO 2014
13 e 14 de Junho de 2014 | Foz do Iguaçu

Enfermeira Flávia Pessoa
03 de maio | Hospital Mário Kroef – RJ

CURSO DE ENFERMAGEM EM ONCOLOGI
A
08 de maio |  Auditório MD.X.

ENCONTRO CIENTÍFICO DO GRUPO DE TUMORES GENITURINÁRIOS
22/07 |  Restaurante Pomodorino – RJ
Médica Oncologista – Dr.ª Gisele Marinho
Médico Oncologista – Dr. Fábio Affonso

ENCONTRO CIENTÍFICO DO GRUPO DE MAMA
29 de jul | Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa – RJ
Médicos palestrantes Oncologistas:
Dr.ª Maria de Fátima Dias Gaui
Dr.ª Helaine Pelluso

ENCONTRO CIENTÍFICO DO NÚCLEO DE ONCOLOGIA TORÁCICA
31/07 | Restaurante Pomodorino – RJ
Médicos palestrantes Oncologistas:
Dr. Mauro Zukin
Dr. Carlos Gil
Dra. Clarissa Baldotto
Dra. Tatiane Caldas Montella

ASCO ANNUAL MEETING – AMERICAN SOCIETY OF CLINICAL ONCOLOGY
30 de maio a 03 de junho de 2014 | Chicago – EUA
Dr. Alexandre Palladino; Dr.ª Aline Gonçalves;
Dr.ª Ana Paula Victorino; Dr. Bruno Vilhena;
Dr. Carlos Gil Ferreira; Dr. Carlos José;
Dr. Celso Rotstein; Dr.ª Clarissa Baldotto;
Dr. Décio Lerner; Dr.ª Deisymar Corrêa
Dr. Diogo Rodrigues; Dr.ª Eloá Brabo;
Dr. Fabio Affonso; Dr. Fernando Meton;
Dr. Gelcio Mendes; Dr.ª Gisele Marinho;
Dr.ª Helaine Pelluso; Dr.ª Luciana Coura
Dr.ª Maria de Fátima Gaui; Dr. Mauro Zukin;
Dr.ª Miriam Chuecke; Dr.ª Monica Schaum;
Dr.ª Sandra Viola

Expediente


Unidades:

Barra da Tijuca MDX Barra Medical Center
Botafogo Torre do Rio Sul
Nova Iguaçu Ed. São Paulo
Botafogo Rua da Passagem, 29 (em breve)
Niterói – Icaraí (em breve)
Central de atendimento: 3385-2000

Boas Novas
Informativo do Americas Oncologia publicação interna bimestral

Coordenação Editorial
Oncologia Clínica
Dr.ª Monica Schaum
Gerência de Marketing
Viviane Serretti Barbosa

Projeto Gráfico e Diagramação
Tutti Design

Jornalista Responsável
Claudia Jurberg (Mtb 19457)

Tiragem: 3.500

Contato/Sugestões
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