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Maio/Junho de 2015 * Ano II * Nº 9

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Nova unidade do Americas Oncologia é inaugurada em Niterói
25 cronistas falam de Superação
Uma rede social para chamar de sua
Câncer de ovário: a doença silenciosa
Histórias de Superação


Nova unidade do Americas Oncologia é inaugurada em Niterói

Referência no tratamento de câncer no Rio de Janeiro, o Americas Oncologia acaba de inaugurar mais uma unidade. O novo prédio, localizado na Avenida Sete de Setembro, 179, Icaraí, Niterói – com 2.200 m² e cinco andares –, oferece o que há de mais moderno em recursos terapêuticos. O espaço é exclusivo para o tratamento oncológico, hematológico e radioterápico. Para um atendimento de excelência, conta com equipe multidisciplinar e máquinas de radioterapia de última geração, entre elas o acelerador Trilogy.

Esta será a quarta unidade do Americas Oncologia, que já se encontra instalado na Barra da Tijuca (MDX), em Botafogo (Shopping Rio Sul) e em Nova Iguaçu. O objetivo da chegada a Niterói é atender pacientes não apenas da cidade, mas também de São Gonçalo e Região dos Lagos.

A nova unidade tem capacidade para 800 tratamentos infusionais (quimioterapia) e 2.200 atendimentos de radioterapia por mês. São oito consultórios médicos; 18 boxes individuais, com cadeira para acompanhante; internet Wi-Fi; televisão e fones de ouvido. As duas máquinas de radioterapia permitem alta precisão e melhor tecnologia de imagem. O investimento total em Niterói – incluindo estrutura, máquinas, contratação e treinamento de pessoal – chegou a R$ 40 milhões.

“O Americas Oncologia leva a Niterói o conceito do tratamento completo e integrado de câncer, dentro de um conceito multidisciplinar, o que não existia ainda na cidade. Temos uma qualidade de atendimento superior, que se traduz em melhores condições para os pacientes”, afirma o vice-presidente executivo, Bruno Haddad, um dos responsáveis pelo lançamento.

Mais do que apenas contar com as melhores opções em terapias para o tratamento do câncer, o centro de tratamento de Niterói é formado ainda pela equipe altamente especializada do Americas Oncologia. São profissionais de diferentes áreas, que trabalham em constante parceria para apoiar quem é diagnosticado com câncer: de oncologistas a radioterapeutas, de hematologistas a farmacêuticos, passando por nutricionistas e psicólogos.

Haddad destaca que a expansão para Niterói é um momento importante para o grupo, diante do potencial desse mercado. Segundo ele, há uma demanda reprimida na região e falta qualidade de atendimento:

“Entrar no mercado de Niterói é um passo importante”, diz Haddad.

Em breve, o Americas Oncologia dá continuidade ao seu processo de expansão e inaugura nova instalação; dessa vez, em Botafogo, na Rua da Passagem. Com o crescimento da rede, o Americas Oncologia vai triplicar a sua capacidade de atendimento de radioterapia, que hoje é de 2.200 pessoas por mês, e duplicar a capacidade de quimioterapia, que é de 3.300 tratamentos mensais.

25 boas novas

Uma rede social para chamar de sua

A troca de experiências entre os pacientes com câncer, os seus parentes e os profissionais que acompanham o tratamento é uma realidade das salas de espera de consultórios e clínicas especializadas. Agora, essas pessoas têm uma rede social exclusiva para permitir esse intercâmbio de informações. A rede Coneccte foi criada no fim de 2014 pelo Hospital Santa Paula, de São Paulo, para promover integração entre aqueles que convivem com o câncer e oferecer informações com o aval de uma equipe qualificada.

O Americas Oncologia, em março, foi a primeira instituição brasileira a receber a chamada gift machine, equipamento para o cadastro na Coneccte. Quem entra para a rede social recebe na hora um anel de fidelização. Nos cadastros feitos pela internet, o brinde é enviado posteriormente pelos Correios. Em dois meses, 61 pacientes do Americas Oncologia já se inscreveram na rede social. O número de pacientes do Hospital Santa Paula chega a 77. Ao todo, a rede tinha, no fim de março, 893 usuários cadastrados, entre pacientes, médicos, colaboradores, acompanhantes e “sobreviventes”, como são chamados os que venceram a doença. A Coneccte é aberta a pessoas de todo o país, não apenas às ligadas ao Santa Paula ou ao Americas Oncologia.

Segundo a diretora de marketing do Hospital Santa Paula, Paula Gallo, a inspiração veio de duas fontes diferentes. De um lado, a rede americana Patients Like Me (Pacientes como eu, em tradução livre), voltada para todos os tipos de doença. Do outro, a observação durante mais de um ano das salas de espera dos consultórios e dos boxes de quimioterapia.

“A rede social não é apenas para nossos pacientes. Nossa ideia é que seja livre, sem vínculos com laboratórios ou medicamentos, e tenha o maior número possível de pessoas se ajudando”, conta Paula.

A Coneccte funciona como o Facebook: as pessoas convidam e aceitam amigos para fazerem parte de sua rede. A diferença é que se identifica o perfil na hora do cadastro – se paciente, acompanhante, médico ou colaborador (enfermeiros, fisioterapeutas e onco-psicólogos, por exemplo). Ainda há uma oferta de conteúdo com aval profissional, seja de médicos, seja de colaboradores. Até o fim de março, 48 posts com conteúdos médicos e 94 de colaboradores tinham sido postados na rede social.

A escolha do Americas Oncologia como primeira instituição brasileira a receber a gift machine se deveu, de acordo com Paula, à proximidade e ao longo relacionamento entre as duas instituições.
Conheça a rede: www.coneccte.com.br

Câncer de ovário: a doença silenciosa

Apesar da incidência relativamente pequena diante de outros tipos da doença, o câncer de ovário é o mais grave entre os tumores ginecológicos por se desenvolver silenciosamente. Não apresentando sintomas muito claros, a evolução ocorre na maioria das vezes sem a paciente perceber. Isso adia o diagnóstico: em 75% dos casos, a doença só é identificada em estágios avançados, o que dificulta seu tratamento.

A estimativa é de que seis mil novos casos de câncer de ovário sejam descobertos por ano, no Brasil. Para se ter uma ideia, o país registra 57 mil novos casos de câncer de mama e algo entre 18 e 19 mil de câncer de colo de útero anualmente.

“A principal característica do câncer de ovário é o fato de evoluir silenciosamente, sem sinais específicos. Com isso, é muito difícil o diagnóstico mais precoce. Apesar da baixa incidência, esse é mais letal que o de mama e o de colo de útero”, afirma Celso Rotstein, oncologista do Americas Oncologia e especialista em tumores ginecológicos.

Dia Mundial

Celebrado em 8 de maio, o Dia Mundial para a Conscientização do Câncer de Ovário tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a doença. Infelizmente, a prevenção é difícil. Apenas 10% dos casos são hereditários. Quem tem histórico na família deve ficar atenta a possíveis sintomas, como dor abdominal, sensação de inchaço no abdômen e empanzinamento ou sensação de plenitude.

“O histórico familiar só responde por 10% dos casos; os 90% restantes são esporádicos. Nessas situações, nem sempre é fácil atentar para os sintomas. É uma circunstância complicada”, aponta Rotstein.

Recentemente, a doença se tornou mais conhecida quando a atriz norte americana Angelina Jolie decidiu se submeter a uma cirurgia preventiva para retirar os ovários. Pesquisas mostram que mutações dos genes BRCA 1 ou BRCA 2 aumentam o risco de desenvolvimento da doença, e a cirurgia preventiva pode ser uma alternativa.

Nos casos em que o câncer de ovário é confirmado, a cirurgia é o principal tipo de tratamento. Feito o diagnóstico, Rotstein destaca que é fundamental contar com a ajuda de uma equipe médica especializada.

“É muito importante procurar um especialista, um cirurgião bem treinado, que seja apto a reduzir a doença ao menor volume possível. Isso faz muita diferença para o prognóstico da paciente”, conclui.

“O tratamento não foi um bicho de sete cabeças”

Meryene Targini

O diagnóstico do câncer aos 23 anos, em 2007, dois meses antes da data marcada para seu casamento, foi um golpe para Meryene Targini. Na reta final da faculdade de Biologia e com os planos avançados para o início da vida a dois, ela decidiu parar tudo para cuidar da doença. Atualmente, diz que talvez tivesse agido de outra forma.

“Não tinha ideia do que ia enfrentar e parei a vida por achar que não daria conta. Tranquei a faculdade e adiei o casamento. Hoje, acho que foi um erro”, diz ela.

Os primeiros sintomas foram uma tosse constante, febre sem razão identificada e suores. Após uma internação, fez exames e descobriu o tumor no mediastino (área do tórax que fica entre os dois pulmões). Sem casos anteriores na família, Meryene admite que tinha preconceito contra a doença, que na época considerava “sinônimo de morte”.

O tempo livre passou a ser dedicado ao estudo da doença e também ao contato com outros pacientes que passavam pela mesma situação. Nesse momento, encontrou ajuda nas redes sociais. Em grupos do extinto Orkut, conheceu outras pessoas com câncer e trocou experiências. Da época, guarda quatro amigos, hoje próximos.

Seu tratamento incluiu seis meses de quimioterapia e um mês de radioterapia. Ela não esconde que passou por momentos difíceis, mas também destaca que o processo não foi tão ruim quanto imaginava:

“Fiquei muito inchada e cansada; não era fácil, mas passei relativamente bem pela quimioterapia. O tratamento não foi um bicho de sete cabeças e consegui enfrentar tudo com a confiança no Dr. Mauro Zukin, do Americas Oncologia, que cuidou de mim”.

Aos poucos a vida retomou seu caminho. O casamento foi celebrado em abril de 2008, e ela recebeu alta em novembro de 2012 – após o período de cinco anos de exames e revisões. A faculdade foi concluída em 2014 e agora Meryene se dedica a uma pós graduação.
Antes disso, no entanto, ganhou o que chama de “alegria” da sua vida: a filha Mariana.

“Tomei medicamentos para proteger meu útero no tratamento, mas havia riscos. Por isso, depois dos dois anos de espera solicitada pelo médico, decidi engravidar logo e fiquei muito feliz com a chegada da Mariana,” conta ela.

De acordo com Meryene, o aprendizado com o câncer foi intenso e amplo. A mudança na forma de encarar os problemas, o valor dado às pequenas coisas do dia a dia e o abandono da prioridade para os bens materiais são alguns dos exemplos citados:

“Aprendi a dar valor às coisas que realmente valem a pena e mudei as prioridades da minha vida. Hoje, tenho consciência de que apenas saúde é um problema sério. O resto é supérfluo, e a gente consegue controlar de alguma forma”, finaliza.

Participação em Congressos e Eventos – Médicos Americas Oncologia
Março e Abril

Oncologista Clínica – Dr.ª Miriam Chueke
Novartis Breast Câncer Conference
9 e 10 mar |Rio de Janeiro

Oncologista Clínica – Dr.ª Aline Gonçalves
Câncer de Mama
12 mar | Café com RH – Unidade Barra

Psicóloga Oncológica – Laura Campos
Empatia: Cuidando dos nossos pacientes oncológicos
17 mar | Café com RH – Unidade Barra

Oncologista Clínica – Dr.ª Deisymar Corrêa
PRECEPTORSHIP de Câncer de Mama
10 a 14 mar | Hospital VALL d’HEBRON , em Barcelona

Oncologista Clínico – Dr. Celso Rotstein
Simpósio sobre Neoplasias Trofoblásticas Gestacionais
20 mar |Maternidade Escola/UFRJ em Laranjeiras – Rio de Janeiro

Oncologista Clínico – Dr. Fernando Meton

1º Encontro de 2015 da Associação Brasileira de Patologistas do Rio de Janeiro
21 mar |Instituto de Neurologia Deolindo Couto, Rio de Janeiro

Gerente de Qualidade – Graziela Escobar

PMO SUMMIT 2015 – Fórum executivo em gerenciamento de projetos
25 a 27 mar | Hotel Royal Tulip do Rio de Janeiro

Oncologista Clínica – Dr.ª Clarissa Baldotto

Excelência em Oncologia- Boehringer Ingelheim
Mar | São Paulo

Expediente

Unidades:
Barra da Tijuca MD.X Barra Medical Center
Botafogo I Torre do Rio Sul
Botafogo II Rua da Passagem, 29
Niterói – Icaraí
Nova Iguaçu Ed. Vitality | Centro
Central de Atendimento: (21)3385-2000

Boas Novas
Informativo do Americas Oncologia publicação interna bimestral

Coordenação Editorial
Diretor Médico do Americas Oncologia
Dr. Fernando Meton
Oncologia Clínica
Dr.ª Monica Schaum
Gerência de Marketing
Viviane Serretti Barbosa

Projeto Gráfico e Diagramação

Tutti Design

Jornalista Responsável

Lucianne Carneiro (Mtb 23212)

Tiragem:
3.000

Contato/Sugestões

marketing@americasoncologia.com.br

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